quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

À minha amiga oculta ...


Hoje é o dia de revelar o Amigo Oculto promovido pela Beta do
E eu amei participar da brincadeira e ter a oportunidade de conhecer gente nova.
Considero que ainda estou chegando no Blog, porque minha interação com as pessoas ainda é pequena.
Mas é lindo ver todo este movimento, perceber que algumas até já se conhecem pessoalmente ou se não, existe um elo de amizade, mesmo que seja virtual.

Pois bem ...
Então preciso revelar minha amiga oculta.
Como estou chegando há pouco, não tive ainda o prazer de conhecer e interagir.
Com o nome revelado pra mim, fui em busca do seu Blog e pelo estilo de postagem, me identifiquei com ela.

Não tenho o que dizer da pessoa dela, porque não a conheço, mas pude perceber que é alguém que gosta da liberdade e ocupa seu tempo em ser feliz.
Gostaria de colaborar proporcionando pra ela uma boa leitura.
Por isso ainda não encaminhei seu presente.
Espero sua listinha de desejos e a confirmação do endereço.
Como sou marinheira de primeira viagem, passei uns apertinhos no site (nada que a Beta não tenha me socorrido), mas continuo precisando da ajuda da minha oculta.
Se alguém souber por onde anda Mahria dona do Blog Entretantas ... Eu
Diga que ela é minha amiga oculta!
E estou feliz com a possibilidade de ganhar uma nova amiga aqui.

Obrigada Beta pela oportunidade de participar.
Parabéns pela brilhante iniciativa.
Muita luz em seu caminho.


quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

A VIDA FORA DOS TRILHOS





Estamos vivendo um momento único e muito especial da história da humanidade, um daqueles momentos de transformações profundas e assustadoras. Quando olho ao redor,
vejo, cada vez mais, aumentar o número de pessoas que estão arriscando questionar os paradigmas que por tanto tempo embasaram as relações humanas. Se antes as pessoas
seguiam por suas vidas como se tivessem tomado um trem que seguia certo por trilhos predeterminados, hoje em dia vejo muitos seres corajosos saltando do trem em
pleno movimento. Já não querem pagar o preço da prometida tranquilidade da viagem

Todos nós embarcamos nesse trem no começo de nossas vidas, o roteiro não tinha muito espaço para criações. Sabíamos que, se seguíssemos embarcados, deveríamos cumprir
todas as etapas do tal caminho em direção à felicidade: estudar, casar, ter um emprego, ter uma casa, um carro, ter filhos...
vocês sabem do que estou falando. O trem seguiria sempre e sem paradas, assim não deveríamos questionar a viagem.

Muitos tentaram seguir, de verdade. No início acreditaram em todos aqueles folhetos coloridos com promessas de uma vida feliz! Mas lá pelo meio do caminho, exaustos
daquele chacoalhar infernal, sedentos de uma vida mais plena e verdadeira, perceberam que o preço para continuar embarcados era... a sua alma. Para ter a suposta
segurança da viagem, eram obrigados a suportar empregos que desrespeitavam sua liberdade de existir, que muitas vezes ofendiam seus princípios e valores. Tinham
de continuar casados com pessoas com as quais já não sentiam a chama do amor. Tinham de trabalhar até tarde da noite para não serem mandados embora de seus empregos.
Tinham de abrir mão daquilo que lhes era mais precioso, do convívio com as pessoas amadas, do tempo de vida, para cumprir regras que tinham sido escritas sabe-se
lá por quem!

E assim, aos poucos, os primeiros seres corajosos foram se jogando do trem, ousando confrontar a monotonia assassina dos trilhos.

- Eu não quero ter de trabalhar até 10 horas da noite, gritaram uns, e saltaram.

- E eu não quero dividir a minha casa com alguém ao me casar... não podemos nos amar e ao mesmo tempo morar em casas diferentes? - gritou outro, caindo rolando ao
lado do trem que seguia furioso.

- E eu não quero ser mãe! gritou outra, enquanto rolava até ser amparada por um arbusto próximo aos trilhos.

E é nesse momento que nos encontramos. Muitos já saltaram do trem. A questão é: O que fazer a partir disso? Como
conduzir uma vida profissional fora dos padrões sugadores que existem nas empresas atualmente? Como estabelecer relacionamentos mais livres, com mais respeito pela
existência alheia? E se uma mulher ou homem não colocam a função de procriar e cuidar de sua prole como norteadora de suas vidas... qual é a sua razão de viver?

Esse é o momento no qual nos encontramos. Momento no qual corajosos pioneiros lançaram-se em pleno movimento em direção a si mesmos, mas agora se encontram perdidos,
angustiados, sem saber para onde ir. Olham ao redor e vêem aquela imensidão de possibilidades. E não existem trilhas, modelos, afinal... eles são os primeiros. Uns
poucos já conseguiram estabelecer-se fora dos trilhos torturantes, mas não existem regras às quais as pessoas que saltaram possam se agarrar.

Além disso, agarrar-se às novas regras seria, talvez, repetir aquilo que já viviam, criar outros trilhos aprisionadores. Sendo assim, essa não pode ser a saída!

Eu diria, aos corajosos seres que ousaram saltar desse trem, que não tenham pressa em encontrar o novo caminho. Eu diria que não busquem as respostas ou direcionamentos
nos livros, nem mesmo no exemplo de outros. Busquem dentro de si mesmos. Essa é a verdadeira revolução... a descoberta da nossa capacidade de criar uma vida mais
real, baseada nos anseios de nossa alma. A descoberta de nossa capacidade de encontrar uma resposta única, fresca e verdadeira para cada momento de vida, uma resposta
que brota de uma fonte de sabedoria que flui ininterruptamente em nossas profundezas.
Assim, acalme-se, controle o medo e invista sua energia em aproximar-se de si mesmo, desse lugar sagrado no seu íntimo, onde respostas podem fluir, livres, inovadoras,
autênticas.

Um dia essa será a nossa forma de viver, gosto de pensar assim.

E para chegarmos lá, cabe a cada um de nós encontrar o nosso caminho, baseado em nosso Eu mais profundo e verdadeiro. Para isso, é necessária uma boa dose de coragem,
senso de aventura e confiança na vida. Talvez fiquemos com os joelhos ralados, é verdade. Mas antes um ferimento nos joelhos do que a morte da alma, acreditem!

Crônica retirada do livro Enquanto escorre o tempo - pensamentos,
histórias e metáforas sobre a vida, os relacionamentos e o bem viver,
escrito por Patrícia Gebrim.

terça-feira, 30 de novembro de 2010



Enquanto existir melodia seguimos embalando a vida.
Uma canção aqui.
Outra acolá.
Importa acalentar os sonhos e afagar o coração.

(Bebeth)


À minha amiga oculta ...



"Quem tem um amigo, mesmo que um só, não importa onde se encontre, jamais sofrerá de solidão; poderá morrer de saudades, mas não estará só."
Amir Klink


Acabei de descobrir quem é minha amiga oculta da brincadeira do Blog Mix Cultural.
Estamos em rítmo de final de ano.
Amanhã já entramos no 1º dia do mes de Dezembro ... e o clima de confraternização já se manifesta aqui no Blog.
Boa idéia ... gostosa brincadeira.


Esta postagem eu dedico à minha amiga oculta ... por enquanto (oculta).



segunda-feira, 29 de novembro de 2010

A lenda dos velhos tempos dizia que se você beijasse o sapo, ele virava Príncipe.
rs
E o mundo evoluiu.
As mulheres deixaram de ser "Amélia" e foram pouco a pouco conquistando seu espaço.
Sobraram algumas poucas que ainda hoje vivem subjugadas àquele que ela pensa ser ainda seu Príncipe Encantado.
Na verdade, ela deixou de ser sua Princesa faz tempos e corre solto pelas ruas atrás das Tchutchucas.
Não sei se elas não sabem ou fingem não saber!
Só sei que a "onda" agora é ... se DEIXAR o sapo, ele vira Príncipe.
Não deveria ser assim ... mas é.
Os tempos mudaram ... por que você não experimenta mudar também?


sábado, 27 de novembro de 2010

Mas só chove ... chove ... ow

E quase que não chego aqui minha gente.
Há uns 15 dias minha cidade vem sofrendo com fortes chuvas, que terminam em enchentes e muito estrago para toda população.


Essa madrugada não foi diferente.
Muriaé e toda população foi surpreendida por uma tempestade que eu nunca vi igual.
Chuva de granizo e muito vento.
Que resultou num verdadeiro caos para a cidade.
O rio saiu de seu leito invadindo ruas e casas.
Sobrou até para quem não mora perto do rio (como eu)

Meu escritório que fica na entrada principal da minha casa foi todo tomado pelas águas.
Quase perco meu computador.
Mesmo assim, ainda sai no prejuizo do meu HD externo.

Era muita chuva ... muita água dentro de casa e pra completar faltou energia por um período de quase 10 horas.
Dificil demais agir rápido e salvar tudo assim.
Foram apenas 20 minutos de chuva, mas o suficiente pra fazer um estrago na cidade toda.

Minha garagem também encheu e quando fomos salvar os carros ( meu celta e um fiat do meu filho) estavam os dois com água por dentro.
Estragaram os bancos, alarme ... enfim ... um caos. 
(Não consegui fotografar nada, porque nessa hora você precisa focar na situação e tentar agir rápido, embora nem tenha adiantado quase nada.)
Uma coisa impressionante.


Além de muita água, uma ventania que destelhou casas, derubou postes, árvores e carros.
Gente ... estou aterrorizada e com medo de dormir.


As fotos são do site de um jornalista da cidade Silvan Alves.
Retratam o estado que ficou Muriaé durante e após a chuva.
O vento derrubou árvores (inúmeras), carros, casas, postes e destelhou muitas casas.

Hoje minha cidade amanheceu ... assim!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010




"Senhor, mostra-me o que está dentro de meu coração, alma, mente, espírito e vida e que não deveria estar lá. Ensina-me o que não estou compreendendo. Convence-me sobre onde estou errando o alvo. Acaba com minha arrogância, orgulho, medo e inseguranças e ajuda-me a enxergar a verdade sobre mim mesma, minha vida e minha situação. Expõe quem eu sou, Senhor. Eu posso agüentar. Capacita-me para que eu corrija meus caminhos errados. Ajuda-me a colocar a verdade no lugar das mentiras e a fazer mudanças duradouras".


(O Poder da Mulher que Ora)