domingo, 2 de maio de 2010



"— As raposas têm seus covis, as aves do céu têm seu ninho, mas
o vendedor de sonhos não tem residência fixa onde reclinar a cabeça."

( O Vendedor de Sonhos)


É tudo muito lindo ... mas para mim ... a teoria na prática é outra.

Não vivo num palácio, mas devo admitir que não deixaria minha casa, para viver sob um viaduto.

Concordo que não devemos nos apegar em bens materiais ... mas nem precisamos exagerar tanto!
Viver de sonhos é bom ... mas com a barriga cheia e a cama quentinha é ainda melhor!
rs
Não sei como será o desenrolar da história  ...

"Mas o Vendedor de Sonhos era assim. 
Qualquer estranho era um ser humano, e qualquer ser
humano era seu semelhante, e qualquer semelhante não era um desconhecido.
Saudava-os pelo prazer de saudar. Jamais vi uma pessoa tão animada,
bem humorada e sociável. Não apenas vendia sonhos, vivia-os."

( O Vendedor de Sonhos)

Quem dera existisse um vendedor de sonhos dentro de cada alma!


Reza a lenda que um monge, próximo de se aposentar, precisava encontrar
um sucessor.

Entre seus discípulos, dois já haviam dado mostras de que eram os mais
aptos, mas apenas um o poderia.

Para sanar as dúvidas, o mestre lançou um desafio, para por a sabedoria
dos dois à prova: ambos receberiam alguns grãos de feijão, que deveriam
colocar dentro dos sapatos, para então empreender a subida de uma grande
montanha.

Dia e hora marcado, começa a prova.

Nos primeiros quilômetros, um dos discípulos começou a mancar.

No meio da subida, parou e tirou os sapatos.

As bolhas em seus pés já sangravam, causando imensa dor.

Ficou para trás, observando seu oponente sumir de vista.

Prova encerrada, todos de volta ao pé da montanha, para ouvir do monge o
óbvio anúncio.

Após o festejo, o derrotado aproxima-se e pergunta como é que ele havia
conseguido subir e descer com os feijões nos sapatos:

- Antes de colocá-los no sapato, eu os cozinhei.

Carregando feijões, ou problemas, há sempre um jeito mais fácil de levar
a vida.

Problemas são inevitáveis.

Já a duração do sofrimento, é você quem determina.

PENSE NISSO!!

sábado, 1 de maio de 2010



"— Conquistas sem riscos são sonhos sem méritos. Ninguém é
digno dos sonhos se não usar suas derrotas para cultivá-los."

(O Vendedor de Sonhos)

*Em cima das próprias dificuldades vamos construindo novos sonhos, e o direito de ousar e recomeçar.
Este sim é o grande barato da vida.
Conquistar novos sonhos a cada dia!
Mesmo quando tudo diz não!


"— É possível encontrar um grande amor. Só não se esqueça
jamais que você poderá ter o melhor parceiro ao seu lado, mas
será
infeliz se não tiver um romance com a própria vida."


"— Contudo, para alcançá-lo, terá de deixar de ser escrava."

"— Dos padrões de beleza do sistema —"

(O Vendedor de Sonhos)


Não sou escrava dos padrões de beleza, mas por ser gordinha, me sinto vítima do preconceito daqueles que enxergam a beleza da mulher, apenas nas curvas bem feitas do corpo sarado.
Acredito plenamente que minha felicidade independe de ter alguém do meu lado!




"Felizes os que dão risada das suas tolices, pois deles é a fonte
do relaxamento."


(O Vendedor de Sonhos)


Essa frase me lembra Padre Otávio.

Durante um tempo de convivencia com ele, sempre dizia, que a gente só é feliz quando consegue rir das próprias desgraças.


Comecei a leitura do Livro:

"O vendedor de sonhos" de Augusto Cury.

O livro, "virtualmente" falando está guardado comigo há tempos ... mas a fila é grande e o tempo pouco para tanta coisa.

Enfim chegou o momento dele e já me desperta logo no início da leitura, a apresentação do peregrino ao professor,"candidato ao suicídio":

"— Eu procuro vender coragem para os inseguros, ousadia para
os fóbicos, alegria para os que perderam o encanto pela vida, sensatez para os
incautos, críticas para os pensadores."

"— E para os que pensam em pôr um ponto final na vida, procuro
vender uma vírgula, apenas uma vírgula."

"— Sim, uma vírgula. Uma pequena vírgula, para que eles
continuem a escrever sua história."


... Como seria diferente o mundo se existissem mais vendedores de sonhos pelo caminho!
E se todos, a partir de uma vírgula,  conseguissem escrever uma nova história ... mesmo que pequena e sem grandes adereços.